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Exames que Realizamos

A audiometria comportamental é um teste utilizado para avaliar a audição de uma pessoa, especialmente em casos onde a audiometria convencional não é adequada. Esse tipo de teste é geralmente realizado em crianças pequenas, bebês e indivíduos com deficiência ou dificuldades de comunicação.

Ao contrário da audiometria convencional, que depende da resposta verbal do paciente, a audiometria comportamental utiliza respostas comportamentais observáveis, como movimentos corporais, reações faciais, mudanças no comportamento ouvir ou buscar a fonte de som. Essas respostas são monitoradas por um profissional de saúde, como um audiologista ou fonoaudiólogo, durante o teste.

Durante a audiometria comportamental, sons de diferentes frequências e intensidades são apresentados ao paciente por meio de fones de ouvido ou alto-falantes. O profissional de saúde observa as reações do paciente e registra as respostas comportamentais em um gráfico chamado audiograma comportamental.

Esse tipo de teste é importante para avaliar a audição de pessoas que não são capazes de fornecer respostas verbais ou seguir instruções específicas necessárias na audiometria convencional. Com base nos resultados da audiometria comportamental, os profissionais de saúde podem diagnosticar problemas de audição, determinar a extensão da perda auditiva e recomendar tratamentos adequados, como o uso de aparelhos auditivos ou intervenções terapêuticas.

A audiometria tonal é um teste utilizado para avaliar a audição de uma pessoa em relação à percepção de diferentes frequências sonoras. É o tipo mais comum de teste auditivo realizado em consultórios médicos, clínicas de audição e hospitais.

Durante a audiometria tonal, o paciente usa fones de ouvido e é exposto a uma série de tons puros em diferentes frequências, geralmente variando de 250 Hz a 8.000 Hz. Esses tons são apresentados em intensidades variadas, e o paciente deve indicar quando os ouve, seja pressionando um botão, levantando a mão ou respondendo verbalmente.

Os resultados da audiometria tonal são representados graficamente em um gráfico chamado "audiograma". O audiograma mostra as frequências testadas no eixo horizontal e a intensidade dos tons apresentados no eixo vertical. A audiometria tonal permite determinar o limiar auditivo do paciente, ou seja, o menor nível de intensidade sonora que ele consegue perceber em diferentes frequências.

Com base nos resultados da audiometria tonal, é possível identificar a presença de perda auditiva, determinar o grau e o tipo de perda (condutiva, sensorioneural ou mista) e auxiliar no planejamento do tratamento adequado, que pode incluir o uso de aparelhos auditivos, intervenções terapêuticas ou encaminhamento para especialistas.

A audiometria tonal é realizada por profissionais de saúde auditiva, como fonoaudiólogos ou audiologistas, e é um procedimento seguro, indolor e não invasivo. É uma ferramenta fundamental no diagnóstico e na monitorização da saúde auditiva de uma pessoa, permitindo a identificação precoce de problemas auditivos e o acompanhamento da eficácia de intervenções ao longo do tempo.

A audiometria vocal é um tipo de teste auditivo que avalia a capacidade de uma pessoa entender e reconhecer palavras ou sons verbais. É um complemento à audiometria tonal, que mede a capacidade de detectar diferentes frequências sonoras.

Durante o teste de audiometria vocal, o paciente é solicitado a repetir palavras ou frases que são apresentadas por meio de fones de ouvido. As palavras são normalmente selecionadas em diferentes intensidades, começando em um volume audível e diminuindo gradualmente até um nível em que o paciente não consiga mais entender.

Os resultados da audiometria vocal são representados graficamente em um gráfico chamado "curva de discriminação vocal". Essa curva mostra a intensidade mínima necessária para que o paciente consiga entender corretamente as palavras ou sons apresentados.

A audiometria vocal é particularmente útil para avaliar a capacidade de uma pessoa em compreender a fala, identificar dificuldades específicas de audição e determinar a eficácia de dispositivos de amplificação, como aparelhos auditivos. Além disso, também pode ajudar na identificação de possíveis problemas de processamento auditivo central.

É importante ressaltar que a audiometria vocal é realizada por profissionais de saúde auditiva, como fonoaudiólogos ou audiologistas, e é parte integrante da avaliação auditiva completa de um paciente. Os resultados obtidos no teste auxiliam no diagnóstico e no planejamento do tratamento adequado para indivíduos com perda auditiva ou outras dificuldades de comunicação.

BERA (Brainstem Auditory Evoked Response), também conhecido como ABR (Auditory Brainstem Response), é um teste utilizado para avaliar a função do sistema auditivo, especialmente as vias nervosas que transmitem os sinais sonoros do ouvido até o cérebro. É um exame indolor e não invasivo que mede a atividade elétrica gerada pelo cérebro em resposta a estímulos sonoros.

Durante o teste de BERA, eletrodos são colocados no couro cabeludo do paciente, geralmente em pontos estratégicos ao redor das orelhas e na testa. Em seguida, pequenos fones de ouvido são inseridos nos ouvidos do paciente, por meio dos quais são apresentados estímulos sonoros, como cliques ou tons. Os eletrodos registram as respostas elétricas geradas pelo cérebro em resposta a esses estímulos.

O sinal elétrico registrado pelos eletrodos é amplificado, filtrado e processado por um equipamento especializado. Os resultados são apresentados em forma de gráfico ou ondas, que mostram a atividade elétrica do cérebro em resposta aos estímulos sonoros.

O BERA é utilizado para diagnosticar e avaliar uma variedade de condições auditivas, incluindo perda auditiva, lesões do nervo auditivo, neuropatias auditivas, distúrbios do processamento auditivo, tumores cerebrais que afetam o sistema auditivo e outras disfunções relacionadas ao sistema auditivo central.

Além disso, o BERA também pode ser realizado em recém-nascidos como parte da triagem auditiva neonatal, ajudando a identificar problemas de audição logo nos primeiros dias de vida.

É importante ressaltar que o BERA deve ser realizado por um profissional de saúde qualificado, como um audiologista ou médico otorrinolaringologista, e os resultados devem ser interpretados em conjunto com o histórico clínico e outros testes audiológicos. O exame fornece informações importantes sobre a integridade das vias auditivas e auxilia no diagnóstico e tratamento de distúrbios auditivos.

O duplex scan arterial dos membros inferiores, também conhecido como Doppler arterial dos membros inferiores, é um exame diagnóstico não invasivo utilizado para avaliar o fluxo sanguíneo nas artérias das pernas e pés. Ele combina imagens de ultrassom e a técnica de Doppler para fornecer informações detalhadas sobre a circulação arterial nessa região.

Durante o exame, um transdutor de ultrassom é aplicado sobre a pele da área a ser avaliada, normalmente começando na região da virilha e descendo até os tornozelos. O transdutor emite ondas sonoras de alta frequência que atravessam os tecidos e são refletidas pelos vasos sanguíneos. O aparelho registra essas reflexões sonoras e as converte em imagens em tempo real.

Além das imagens de ultrassom, a técnica de Doppler é usada para avaliar o fluxo sanguíneo nas artérias. O efeito Doppler detecta a alteração na frequência das ondas sonoras refletidas pelo movimento do sangue. Isso permite avaliar a direção e a velocidade do fluxo sanguíneo nas artérias, identificando obstruções, estenoses (estreitamentos) ou fluxo anormal.

O duplex scan arterial dos membros inferiores pode ser utilizado para diagnosticar e monitorar várias condições, como doença arterial periférica, obstruções arteriais, trombose venosa profunda, aneurismas, lesões nas artérias e outras patologias vasculares. Ele fornece informações precisas sobre a circulação sanguínea nas pernas, auxiliando os médicos no diagnóstico, planejamento do tratamento e acompanhamento dos pacientes.

É importante ressaltar que o duplex scan arterial dos membros inferiores é um procedimento não invasivo, seguro e geralmente indolor. Ele oferece uma alternativa menos arriscada e mais acessível em comparação com os métodos invasivos, como a angiografia. Os resultados do exame são interpretados por especialistas em diagnóstico por imagem vascular ou médicos vasculares.

O duplex scan venoso dos membros inferiores, também conhecido como Doppler venoso dos membros inferiores, é um exame não invasivo utilizado para avaliar o fluxo sanguíneo nas veias das pernas e pés. Ele combina imagens de ultrassom e a técnica de Doppler para fornecer informações detalhadas sobre a circulação venosa nessa região.

Durante o exame, um transdutor de ultrassom é aplicado sobre a pele da área a ser avaliada, normalmente começando na região da virilha e descendo até os tornozelos. O transdutor emite ondas sonoras de alta frequência que atravessam os tecidos e são refletidas pelas veias sanguíneas. O aparelho registra essas reflexões sonoras e as converte em imagens em tempo real.

Além das imagens de ultrassom, a técnica de Doppler é usada para avaliar o fluxo sanguíneo nas veias. O efeito Doppler detecta a alteração na frequência das ondas sonoras refletidas pelo movimento do sangue. Isso permite avaliar a direção e a velocidade do fluxo sanguíneo nas veias, identificando obstruções, refluxo venoso ou fluxo anormal.

O duplex scan venoso dos membros inferiores pode ser utilizado para diagnosticar e monitorar várias condições, tais como trombose venosa profunda, varizes, insuficiência venosa crônica e outras patologias vasculares venosas. Ele fornece informações precisas sobre a circulação sanguínea nas pernas, auxiliando os médicos no diagnóstico, planejamento do tratamento e acompanhamento dos pacientes.

É importante ressaltar que o duplex scan venoso dos membros inferiores é um procedimento não invasivo, seguro e geralmente indolor. Ele oferece uma alternativa menos arriscada e mais acessível em comparação com os métodos invasivos, como a flebografia. Os resultados do exame são interpretados por especialistas em diagnóstico por imagem vascular ou médicos vasculares.

A Endoscopia Digestiva Alta (EDA), também conhecida como gastroscopia ou esofagogastroduodenoscopia, é um procedimento médico que permite visualizar o interior do esôfago, estômago e duodeno (primeira parte do intestino delgado). É um exame comum e amplamente utilizado para diagnosticar e tratar uma variedade de condições relacionadas ao sistema digestivo superior.

Durante a EDA, um médico especializado, geralmente um gastroenterologista, utiliza um endoscópio flexível, chamado de gastroscope, que é um tubo fino e flexível com uma câmera na extremidade. O endoscópio é introduzido pela boca do paciente e passa pelo esôfago até alcançar o estômago e o duodeno. O médico pode controlar o movimento do endoscópio e obter imagens em tempo real do revestimento interno desses órgãos.

Além da visualização direta, a EDA permite realizar outros procedimentos durante o exame. Isso inclui a obtenção de biópsias, que são amostras de tecido para análise laboratorial, a remoção de pólipos ou lesões suspeitas, bem como o controle de sangramento ou dilatação de áreas estreitas do trato digestivo.

A EDA é utilizada para diagnosticar uma variedade de condições gastrointestinais, incluindo úlceras pépticas, esofagite, gastrite, refluxo gastroesofágico, tumores, varizes esofágicas, entre outras. Também pode ser usada para monitorar o tratamento de certas condições, realizar a vigilância de pacientes de alto risco ou realizar intervenções terapêuticas.

O procedimento é geralmente realizado com o paciente sob sedação leve para maior conforto. O tempo do exame pode variar, mas normalmente dura de 10 a 30 minutos. Após o procedimento, é necessário um período de recuperação até que os efeitos da sedação diminuam.

É importante seguir as instruções do médico antes do exame, como jejum prévio, suspensão de certos medicamentos e informar sobre qualquer alergia ou condição médica relevante. A EDA é considerada segura, mas como qualquer procedimento médico, pode apresentar alguns riscos, como reações à sedação, perfuração ou sangramento. No entanto, essas complicações são raras.

Os resultados da EDA são interpretados pelo médico especialista, que discutirá os achados com o paciente e poderá recomendar tratamento adicional, se necessário.

As otoemissões evocadas acústicas (OEA) são um teste auditivo utilizado para avaliar a função das células ciliadas externas na cóclea, a parte do ouvido interno responsável pela audição. Essas otoemissões são sons de baixa intensidade que são emitidos espontaneamente pela cóclea em resposta a estímulos sonoros.

Durante o teste de OEA, um estímulo sonoro é apresentado no canal auditivo do paciente, geralmente por meio de fones de ouvido. Um microfone sensível é colocado no canal auditivo para registrar as respostas sonoras emitidas pela cóclea em resposta ao estímulo.

Existem dois tipos principais de otoemissões evocadas acústicas: as otoemissões evocadas por estímulo transiente (OEA-ET) e as otoemissões evocadas por estímulo de frequência (OEA-EF).

As OEA-ET são geradas em resposta a um estímulo sonoro breve, como um clique. Elas são utilizadas para avaliar a função das células ciliadas externas na cóclea, que amplificam os sons e contribuem para a acuidade auditiva.

As OEA-EF são geradas em resposta a um estímulo sonoro de frequência constante. Elas são usadas para obter informações sobre a resposta das células ciliadas externas em diferentes frequências sonoras.

As otoemissões evocadas acústicas são particularmente úteis na triagem auditiva em recém-nascidos, pois podem indicar a presença de problemas de audição, como perda auditiva sensorioneural. Além disso, esses testes também são utilizados em avaliações auditivas em crianças e adultos quando há suspeita de problemas de audição.

É importante ressaltar que as otoemissões evocadas acústicas são um teste objetivo, não requerendo a participação ativa do paciente. O resultado é analisado por um profissional de saúde qualificado, como um fonoaudiólogo ou audiologista, que interpretará os dados obtidos e fornecerá informações sobre a função auditiva do paciente.

As otoemissões evocadas transientes (OEA-ET) são um tipo de teste auditivo utilizado para avaliar a função das células ciliadas externas na cóclea, parte do ouvido interno responsável pela audição. As OEA-ET são sons de baixa intensidade que são emitidos espontaneamente pela cóclea em resposta a estímulos sonoros breves, como cliques.

Durante o teste de OEA-ET, um estímulo sonoro breve é apresentado no canal auditivo do paciente, geralmente por meio de fones de ouvido. Um microfone sensível é colocado no canal auditivo para registrar as respostas sonoras emitidas pela cóclea em resposta ao estímulo.

As otoemissões evocadas transientes são particularmente úteis na triagem auditiva em recém-nascidos, pois podem indicar a presença de problemas de audição, como perda auditiva sensorioneural. Essas otoemissões são geradas pelas células ciliadas externas, que amplificam os sons e contribuem para a acuidade auditiva.

As otoemissões evocadas transientes são um teste objetivo, não requerendo a participação ativa do paciente. O resultado é analisado por um profissional de saúde qualificado, como um fonoaudiólogo ou audiologista, que interpretará os dados obtidos e fornecerá informações sobre a função auditiva do paciente.

É importante ressaltar que as otoemissões evocadas transientes são apenas um componente da avaliação auditiva abrangente. Outros testes, como a audiometria, podem ser necessários para uma avaliação mais completa da audição.

O ultrassom do abdome total é um exame de imagem não invasivo que utiliza ondas sonoras de alta frequência para criar imagens detalhadas dos órgãos localizados na região abdominal, como o fígado, vesícula biliar, pâncreas, rins, baço e órgãos do trato gastrointestinal.

Durante o exame, um gel é aplicado na pele da região abdominal e um transdutor de ultrassom é deslizado sobre o gel. O transdutor emite ondas sonoras que penetram nos tecidos do abdome e refletem de volta para o transdutor, formando imagens em tempo real em um monitor.

O ultrassom do abdome total pode ser utilizado para diversas finalidades, tais como:

1. Avaliação do fígado, vesícula biliar e pâncreas: é possível detectar a presença de cálculos biliares, tumores, cistos, inflamações ou obstruções nos ductos biliares e avaliar a condição do pâncreas.

2. Avaliação dos rins e vias urinárias: o ultrassom pode identificar pedras nos rins, obstruções, cistos, tumores ou inflamações nos rins ou no trato urinário.

3. Avaliação do baço: é possível visualizar o tamanho, forma e estrutura do baço, detectando anormalidades como tumores, cistos ou aumento do tamanho.

4. Avaliação do trato gastrointestinal: o ultrassom pode auxiliar na identificação de obstruções, anormalidades ou inflamações no estômago, intestinos ou outros órgãos do trato gastrointestinal.

5. Avaliação dos vasos sanguíneos: em alguns casos, o ultrassom do abdome total também pode ser usado para avaliar o fluxo sanguíneo nos principais vasos sanguíneos abdominais, como a aorta e as veias hepáticas.

O ultrassom do abdome total é um exame seguro e não invasivo, não envolvendo radiação ionizante. Os resultados são interpretados por um médico especializado em diagnóstico por imagem, como um radiologista, que irá fornecer um relatório com as conclusões do exame. Esse relatório será utilizado pelo médico solicitante para ajudar no diagnóstico e no planejamento do tratamento, se necessário.

O ultrassom cervical, também conhecido como ultrassonografia cervical, é um exame de imagem não invasivo que utiliza ondas sonoras de alta frequência para visualizar as estruturas do pescoço, incluindo a glândula tireoide, linfonodos cervicais, vasos sanguíneos e outras estruturas cervicais.

Durante o exame, um gel é aplicado na pele da região cervical e um transdutor de ultrassom é movido suavemente sobre a pele. O transdutor emite ondas sonoras que penetram nos tecidos do pescoço e refletem de volta para o transdutor, formando imagens em tempo real em um monitor.

O ultrassom cervical pode ser utilizado para várias finalidades, incluindo:

1. Avaliação da glândula tireoide: o ultrassom permite visualizar a glândula tireoide, avaliar seu tamanho, forma e estrutura, e detectar possíveis nódulos, cistos, inflamações ou tumores.

2. Avaliação dos linfonodos cervicais: o ultrassom pode identificar e caracterizar os linfonodos presentes no pescoço, auxiliando na detecção de possíveis infecções, inflamações ou metástases de tumores.

3. Avaliação dos vasos sanguíneos: o ultrassom pode ser utilizado para avaliar os vasos sanguíneos do pescoço, incluindo as carótidas e jugulares, detectando possíveis estreitamentos (estenoses) ou obstruções.

4. Orientação para procedimentos: o ultrassom cervical também pode ser usado como guia durante procedimentos como biópsias de tireoide ou drenagem de cistos ou abscessos cervicais.

O ultrassom cervical é um exame seguro, rápido e indolor. Ele não utiliza radiação ionizante e pode ser realizado em diferentes faixas etárias. Os resultados são interpretados por um médico especializado em diagnóstico por imagem, como um radiologista, que irá fornecer um relatório com as conclusões do exame. Esse relatório será utilizado pelo médico solicitante para auxiliar no diagnóstico e no tratamento, se necessário.

O ultrassom cervical com Doppler é uma variação do exame de ultrassom cervical que inclui a utilização da técnica de Doppler para avaliar o fluxo sanguíneo nas estruturas do pescoço. O Doppler é um recurso adicional ao ultrassom que permite analisar o movimento do sangue através dos vasos sanguíneos e avaliar a velocidade e direção desse fluxo.

Durante o ultrassom cervical com Doppler, um gel é aplicado na região cervical e um transdutor de ultrassom é movido suavemente sobre a pele. O transdutor emite ondas sonoras que penetram nos tecidos do pescoço e registram as informações sobre o fluxo sanguíneo nos vasos sanguíneos do local.

O Doppler utiliza o efeito Doppler para detectar a mudança na frequência das ondas sonoras refletidas pelo movimento do sangue nos vasos sanguíneos. Isso permite avaliar o fluxo sanguíneo nas artérias e veias do pescoço, incluindo as carótidas, jugulares e outras estruturas vasculares.

O ultrassom cervical com Doppler é especialmente útil para avaliar a presença de estenoses (estreitamentos) ou obstruções nas artérias carótidas, que podem indicar risco aumentado de doenças cardiovasculares, como acidente vascular cerebral (AVC) ou outros problemas circulatórios. Também pode auxiliar na avaliação de varizes ou trombos nas veias cervicais.

Esse exame pode fornecer informações valiosas para auxiliar no diagnóstico e no tratamento de condições relacionadas aos vasos sanguíneos e ao fluxo sanguíneo no pescoço.

Assim como o ultrassom cervical convencional, o ultrassom cervical com Doppler é um exame seguro, indolor e não invasivo. Os resultados são interpretados por um médico especializado em diagnóstico por imagem, como um radiologista ou um especialista vascular, que fornecerá um relatório com as conclusões do exame. Esse relatório será utilizado pelo médico solicitante para auxiliar no diagnóstico e no tratamento, se necessário.

O ultrassom da próstata via abdominal, também conhecido como ultrassonografia transabdominal da próstata, é um exame de imagem utilizado para visualizar a próstata por meio da parede abdominal. É uma alternativa à ultrassonografia transretal, na qual o transdutor é inserido no reto para visualizar a próstata.

Durante o ultrassom da próstata via abdominal, o paciente deita-se em uma posição confortável e um gel é aplicado na região abdominal inferior. O transdutor de ultrassom é deslizado suavemente sobre a pele da área abaixo do umbigo, emitindo ondas sonoras de alta frequência que penetram nos tecidos e refletem de volta para o transdutor, formando imagens em tempo real em um monitor.

O ultrassom da próstata via abdominal pode ser utilizado para diversas finalidades, incluindo:
1. Avaliação da próstata: o ultrassom permite visualizar o tamanho, forma e estrutura da próstata, bem como identificar possíveis anormalidades, como nódulos, cistos ou tumores.
2. Avaliação do trato urinário: o ultrassom também pode ser utilizado para avaliar a bexiga e os rins, identificando possíveis obstruções, cálculos renais, dilatações ou outras anormalidades relacionadas ao trato urinário.
3. Monitoramento de condições da próstata: o ultrassom pode ser usado para acompanhar o tratamento de condições da próstata, como hiperplasia prostática benigna (HPB) ou câncer de próstata.

O ultrassom da próstata via abdominal é um exame seguro, rápido e indolor. Ele não utiliza radiação ionizante e pode ser repetido conforme necessário para acompanhar a progressão de uma condição ou resposta ao tratamento. Os resultados são interpretados por um médico especializado em diagnóstico por imagem, como um radiologista ou um urologista, que fornecerá um relatório com as conclusões do exame. Esse relatório será utilizado pelo médico solicitante para auxiliar no diagnóstico e no tratamento, se necessário.

O ultrassom da tireoide, também conhecido como ultrassonografia da tireoide, é um exame de imagem utilizado para visualizar e avaliar a glândula tireoide. A tireoide é uma glândula localizada na região anterior do pescoço e é responsável pela produção de hormônios que regulam o metabolismo do corpo.

Durante o ultrassom da tireoide, um gel é aplicado na pele da região do pescoço e um transdutor de ultrassom é suavemente movido sobre a área a ser examinada. O transdutor emite ondas sonoras de alta frequência que penetram nos tecidos da tireoide e retornam como ecos, formando imagens em tempo real em um monitor.

O ultrassom da tireoide pode ser utilizado para diversas finalidades, incluindo:
1. Avaliação de nódulos tireoidianos: o ultrassom permite visualizar os nódulos presentes na tireoide, determinar suas características (como tamanho, forma, composição e vascularização) e auxiliar na diferenciação entre nódulos benignos e malignos.
2. Avaliação de doenças da tireoide: o ultrassom pode auxiliar na detecção e avaliação de doenças da tireoide, como bócio, tireoidite (inflamação da tireoide) e outras condições.
3. Orientação para procedimentos: o ultrassom pode ser utilizado como guia durante procedimentos como punção aspirativa por agulha fina (PAAF) para obtenção de amostras de tecido da tireoide para análise laboratorial.
4. Acompanhamento de condições da tireoide: o ultrassom pode ser usado para monitorar o tamanho, a forma e as características dos nódulos tireoidianos ao longo do tempo, bem como o efeito do tratamento em condições da tireoide.

O ultrassom da tireoide é um exame seguro, rápido e indolor. Ele não utiliza radiação ionizante e pode ser repetido conforme necessário para acompanhar a progressão de uma condição ou resposta ao tratamento. Os resultados são interpretados por um médico especializado em diagnóstico por imagem, como um radiologista ou um endocrinologista, que fornecerá um relatório com as conclusões do exame. Esse relatório será utilizado pelo médico solicitante para auxiliar no diagnóstico e no tratamento, se necessário.

O ultrassom da tireoide com Doppler é um exame de imagem que combina o ultrassom convencional da tireoide com a técnica de Doppler, permitindo avaliar o fluxo sanguíneo nas estruturas da tireoide. O Doppler é um recurso adicional que detecta o movimento do sangue nos vasos sanguíneos e fornece informações sobre a velocidade e direção desse fluxo.

Durante o ultrassom da tireoide com Doppler, um gel é aplicado na pele da região do pescoço e um transdutor de ultrassom é suavemente movido sobre a área a ser examinada. O transdutor emite ondas sonoras de alta frequência e também detecta o fluxo sanguíneo nas estruturas da tireoide.

O ultrassom da tireoide com Doppler pode fornecer informações adicionais sobre a vascularização da tireoide, auxiliando na avaliação de nódulos tireoidianos, tireoidites (inflamações da tireoide) e outras condições da tireoide.

Algumas aplicações comuns do ultrassom da tireoide com Doppler incluem:
1. Avaliação de nódulos tireoidianos: o Doppler pode ajudar a diferenciar entre nódulos benignos e malignos, fornecendo informações sobre o padrão de vascularização dos nódulos. Alguns padrões de vascularização são mais sugestivos de nódulos malignos.
2. Avaliação de tireoidites: o Doppler pode auxiliar na identificação de inflamações da tireoide, como a tireoidite de Hashimoto ou a tireoidite subaguda, através do padrão de vascularização alterado.
3. Monitoramento de tratamento: o ultrassom da tireoide com Doppler pode ser utilizado para acompanhar o efeito do tratamento em condições da tireoide, como o tratamento com medicamentos para tireoidite ou acompanhamento pós-operatório de pacientes submetidos a cirurgia tireoidiana.

O ultrassom da tireoide com Doppler é um exame seguro, rápido e indolor. Ele não utiliza radiação ionizante e pode ser repetido conforme necessário para acompanhar a progressão de uma condição ou resposta ao tratamento. Os resultados são interpretados por um médico especializado em diagnóstico por imagem, como um radiologista ou um endocrinologista, que fornecerá um relatório com as conclusões do exame. Esse relatório será utilizado pelo médico solicitante para auxiliar no diagnóstico e no tratamento, se necessário.

O ultrassom de mama, também conhecido como ultrassonografia mamária ou ecografia mamária, é um exame de imagem que utiliza ondas sonoras de alta frequência para visualizar as estruturas da mama. É um exame complementar à mamografia e pode ser utilizado para avaliar diferentes aspectos das mamas, como nódulos, cistos, tumores, alterações na forma e textura, e auxiliar no diagnóstico e acompanhamento de condições mamárias.

Durante o ultrassom de mama, um gel é aplicado na pele da mama e um transdutor de ultrassom é deslizado suavemente sobre a área a ser examinada. O transdutor emite ondas sonoras que penetram nos tecidos mamários e refletem de volta para o transdutor, formando imagens em tempo real em um monitor.

O ultrassom de mama pode ser utilizado para diversas finalidades, incluindo:

1. Avaliação de nódulos mamários: o ultrassom pode auxiliar na caracterização dos nódulos encontrados na mama, ajudando a determinar se são sólidos ou císticos, e a guiar a realização de biópsias caso necessário.

2. Avaliação de alterações mamárias: o ultrassom pode detectar alterações na forma e textura da mama, como assimetrias, espessamento da pele ou retrações, que podem indicar condições como carcinoma inflamatório ou doença de Paget.

3. Acompanhamento de pacientes de alto risco: o ultrassom de mama pode ser utilizado em pacientes com risco aumentado de desenvolver câncer de mama, como mulheres com história familiar de câncer de mama, para monitorar a presença de nódulos ou outras alterações mamárias.

4. Avaliação de mamas densas: em mulheres com mamas densas, o ultrassom pode ser utilizado em conjunto com a mamografia para melhorar a detecção de lesões e fornecer informações adicionais.

O ultrassom de mama é um exame seguro, não invasivo e não utiliza radiação ionizante. É geralmente bem tolerado e não causa desconforto significativo. Os resultados são interpretados por um médico especializado em diagnóstico por imagem, como um radiologista, que fornecerá um relatório com as conclusões do exame. Esse relatório será utilizado pelo médico solicitante para auxiliar no diagnóstico e no tratamento, se necessário.

O ultrassom de partes moles é um exame de imagem que utiliza ondas sonoras de alta frequência para visualizar as estruturas de tecidos moles do corpo, como músculos, tendões, ligamentos, pele, tecido adiposo e outros tecidos adjacentes.

Esse tipo de ultrassom é frequentemente utilizado para auxiliar no diagnóstico e no acompanhamento de condições musculoesqueléticas, lesões traumáticas, inflamações, tumores e outras anormalidades nas partes moles do corpo.

Durante o exame, um gel é aplicado na pele sobre a área a ser examinada, o que ajuda a transmitir as ondas sonoras entre o transdutor de ultrassom e os tecidos. O transdutor é então movido sobre a pele, emitindo ondas sonoras que penetram nos tecidos moles e retornam como ecos, formando imagens em tempo real em um monitor.

O ultrassom de partes moles pode fornecer informações detalhadas sobre a estrutura, a vascularização e o fluxo sanguíneo dos tecidos moles, permitindo a detecção de lesões, a avaliação da extensão de um trauma, a identificação de inflamações, a orientação de procedimentos intervencionistas (como biópsias) e o monitoramento de lesões em tempo real durante exames dinâmicos.

Algumas aplicações comuns do ultrassom de partes moles incluem:
1. Avaliação de lesões musculares, como distensões, rupturas ou hematomas.
2. Avaliação de lesões tendinosas, como tendinites, rupturas ou bursites.
3. Avaliação de lesões ligamentares, como entorses ou rupturas.
4. Avaliação de cistos, lipomas (tumores benignos de tecido adiposo) ou outras massas em tecidos moles.
5. Avaliação de inflamações, como fasciíte plantar ou tenossinovite.
6. Avaliação de anormalidades da pele, como abscessos ou lesões cutâneas.

O ultrassom de partes moles é um exame seguro, rápido, indolor e não invasivo. Ele não utiliza radiação ionizante e pode ser repetido conforme necessário para acompanhar a progressão de uma condição ou resposta ao tratamento. Os resultados são interpretados por um médico especializado em diagnóstico por imagem, como um radiologista ou um médico especialista em ultrassom de partes moles, que fornecerá um relatório com as conclusões do exame.

O ultrassom do aparelho urinário, também conhecido como ultrassonografia renal ou ultrassom dos rins e bexiga, é um exame de imagem utilizado para avaliar a estrutura e função dos órgãos do sistema urinário, incluindo os rins, ureteres e bexiga.

Durante o exame, um gel é aplicado na região abdominal e um transdutor de ultrassom é movido suavemente sobre a pele. O transdutor emite ondas sonoras de alta frequência que penetram nos tecidos do abdome e geram imagens em tempo real dos órgãos urinários em um monitor.

O ultrassom do aparelho urinário pode ser utilizado para várias finalidades, incluindo:

1. Avaliação dos rins: o ultrassom permite visualizar o tamanho, forma e estrutura dos rins, bem como identificar a presença de cálculos renais (pedras nos rins), cistos, tumores, inflamações ou obstruções nos ductos urinários.

2. Avaliação dos ureteres: os ureteres são os tubos que transportam a urina dos rins para a bexiga. O ultrassom pode ajudar a identificar possíveis obstruções ou dilatações anormais nos ureteres.

3. Avaliação da bexiga: o ultrassom permite avaliar a forma e a capacidade da bexiga, além de detectar a presença de cálculos vesicais, tumores ou sinais de inflamação.

4. Avaliação do fluxo urinário: em alguns casos, o ultrassom pode ser utilizado para avaliar o fluxo de urina durante o enchimento e o esvaziamento da bexiga.

O ultrassom do aparelho urinário é um exame não invasivo, seguro e indolor. Ele não utiliza radiação ionizante e pode ser realizado em diferentes faixas etárias, desde recém-nascidos até idosos. Os resultados são interpretados por um médico especializado em diagnóstico por imagem, como um radiologista, que irá fornecer um relatório com as conclusões do exame. Esse relatório será utilizado pelo médico solicitante para auxiliar no diagnóstico e no tratamento, se necessário.

O ultrassom pélvico, também conhecido como ultrassonografia pélvica, é um exame de imagem que utiliza ondas sonoras de alta frequência para visualizar as estruturas internas da pelve, incluindo os órgãos reprodutivos femininos (útero, ovários) e órgãos urinários (bexiga).

O ultrassom pélvico é frequentemente realizado em mulheres, mas também pode ser realizado em homens quando há necessidade de avaliar a próstata ou outras estruturas pélvicas.

Durante o exame, um gel é aplicado na pele da região pélvica e um transdutor de ultrassom é suavemente deslizado sobre a área a ser examinada. O transdutor emite ondas sonoras que penetram nos tecidos da pelve e retornam como ecos, formando imagens em tempo real em um monitor.

O ultrassom pélvico pode ser utilizado para diversas finalidades, incluindo:
1. Avaliação do útero: o ultrassom permite visualizar o tamanho, forma e posição do útero, além de detectar a presença de anormalidades, como miomas uterinos (tumores benignos), pólipos ou malformações congênitas.
2. Avaliação dos ovários: o ultrassom pode identificar a presença de cistos ovarianos, tumores ou outras anormalidades nos ovários.
3. Avaliação da bexiga: o ultrassom pode avaliar a forma, a capacidade e a presença de anormalidades na bexiga, como cistos, tumores ou obstruções.
4. Avaliação da próstata (em homens): o ultrassom pélvico pode auxiliar na avaliação da próstata, identificando anormalidades, como aumento do tamanho, cistos ou tumores.
5. Avaliação de gravidez: o ultrassom pélvico é amplamente utilizado para monitorar a saúde e o desenvolvimento do feto durante a gestação, incluindo a confirmação da gravidez, a estimativa da idade gestacional, a identificação de malformações fetais e a avaliação do fluxo sanguíneo da placenta.

O ultrassom pélvico é um exame seguro, indolor e não invasivo. Ele não utiliza radiação ionizante e pode ser realizado em diferentes faixas etárias. Os resultados são interpretados por um médico especializado em diagnóstico por imagem, como um radiologista ou um ginecologista, que fornecerá um relatório com as conclusões do exame. Esse relatório será utilizado pelo médico solicitante para auxiliar no diagnóstico e no tratamento, se necessário.

O ultrassom transvaginal, também conhecido como ultrassonografia transvaginal, é um exame de imagem que utiliza um transdutor de ultrassom de pequeno tamanho, coberto por uma capa protetora, que é inserido na vagina para visualizar as estruturas internas do sistema reprodutor feminino.

O ultrassom transvaginal é frequentemente utilizado para avaliar a saúde e as condições do útero, dos ovários e do colo do útero. É um exame útil na investigação de diversas condições ginecológicas, incluindo problemas menstruais, dor pélvica, sangramento anormal, infertilidade, cistos ovarianos, endometriose, miomas uterinos, entre outras.

Durante o exame, a paciente é posicionada em uma mesa de exame ginecológico, e um transdutor de ultrassom, protegido por uma capa esterilizada, é suavemente inserido na vagina. O transdutor emite ondas sonoras de alta frequência que penetram nos tecidos internos, gerando imagens em tempo real em um monitor.

O ultrassom transvaginal pode fornecer informações detalhadas sobre a estrutura, o tamanho, a forma e a vascularização dos órgãos do sistema reprodutor feminino. Além disso, pode auxiliar na detecção de anormalidades, como pólipos uterinos, malformações uterinas, cistos ovarianos, tumores ou outras condições.

Este exame é considerado seguro, minimamente invasivo e geralmente indolor. Pode ser realizado em diferentes fases do ciclo menstrual, inclusive durante a menstruação. É importante seguir as instruções do médico ou do técnico responsável para um preparo adequado antes do exame, como esvaziar a bexiga e, em alguns casos, realizar o exame com a bexiga cheia.

Os resultados do ultrassom transvaginal são interpretados por um médico especializado em diagnóstico por imagem, como um radiologista ou um ginecologista, que fornecerá um relatório com as conclusões do exame. Esse relatório será utilizado pelo médico solicitante para auxiliar no diagnóstico e no tratamento, se necessário.